Vivemos sob uma forma de pensamenti praticamente universal, o caputalismo. Está em todas as relações e envolve muito mais que troca monetária e lucros. Viver capitalisticamente é viver no mundo da falta. Isso é a economia: A gestão da escassez.
A competição capitalista não conhece limites.
Como lucro não pode ter fim, há sempre uma nova meta. Vivemos numa escassez tanto de meios quanto de fins. E, por serem poucos os recursos, não temos tudo. Desejamos, portanto. E o desejo é isso: Eros, o amor pelas coisas que não temos, definido por platão em O Banquete, sua obra mais lida. Vivemos buscando o que há de mais novo, esquecendo o que amávamos quando não tínhamos o que temos hoje. Mas logo o que temos hoje vira um peso, mero na memória de uma busca que já não vale mais nada.
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
A gestão da escassez
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